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Subjetivação e contemporaneidade: implicações para a Psicologia |
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Psicologia
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Escrito por Marcos Guilherme Belchior de Araújo
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Ter, 07 de Julho de 2009 07:41 |
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Publicação do livro "Subjetivação e contemporaneidade: implicações para a Psicologia".
A realidade contemporânea constitui um cenário de complexas mutações em todas as faces da vida coletiva. A Psicologia cada vez mais é convocada a se deparar com as configurações líquidas de nosso tempo presente, reposicionando seu “objeto”, seus métodos e seus propósitos fundamentais. Através de diversas leituras sociais, realizamos um estudo acerca de modos de subjetivação na atualidade - maneiras de agir, de pensar, de viver, de constituição dos sujeitos e suas implicações para o campo de saber da Psicologia. As relações da subjetividade com a ascendência da virtualidade, com a mídia e o mercado, com uma tendência homogeneizante vinda com a globalização, com a competitividade crônica fomentada pelo crescente individualismo em nosso convívio social, com a desorganização nas noções de ‘público’ e ‘privado’, enfim com uma série de processos que singularizam o contexto presente pela velocidade e mudança como regras e pela passividade política como prática estão dentre nossos olhares inquietos.
Mais informações em:
http://clubedeautores.com.br/book/2717--Subjetivacao_e_Contemporaneidade |
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Última atualização em Sáb, 29 de Agosto de 2009 12:33 |
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Rumos da Psicologia do Trabalho |
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Psicologia
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Escrito por Neuzi Barbarini
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Ter, 11 de Abril de 2006 00:00 |
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Rumos da Psicologia do Trabalho Neuzi Barbarini
Em
uma conversa recente com alguns colegas psicólogos que atuam em
empresas, incomodou-me a falta de inquietação em buscar compreender e,
principalmente, intervir sobre as causas dos desarranjos vivenciados
pelas pessoas nos locais de trabalho.
Reconheci na atuação
desses colegas uma postura de adequação fatalista, como se não restasse
a nós, psicólogos, nada além do que usar as técnicas e procedimentos da
psicologia para minimizar os danos de uma ideologia perversa que tem
transformado os locais de trabalho em verdadeiros ringues de luta, onde
vença o melhor e excluam-se os perdedores.
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Última atualização em Ter, 11 de Abril de 2006 20:13 |
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Psicologia
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Escrito por Neuzi Barbarini
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Qui, 23 de Fevereiro de 2006 18:54 |
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Uma pequena crônica reflexiva sobre a insônia nossa de cada dia. |
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Última atualização em Sáb, 03 de Fevereiro de 2007 13:40 |
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Diálogo sobre a violência |
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Psicologia
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Escrito por Eduardo Simonini
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Qua, 16 de Novembro de 2005 18:22 |
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Entrevista a Eduardo Simonini - Jornal Tribuna Livre-1998. 1 - Como a Psicologia vê a violência humana? A violência, de uma forma ou de outra, nos remete a uma sensação de defesa. Usamos da violência quando buscamos tanto nos defender de perigos externos e imediatos, quanto nos defender de nossos próprios medos e inseguranças interiores. Tornamo-nos violentos quando nos sentimos ameaçados seja física ou moralmente. Por um estranho paradoxo, quanto maior nossa incerteza, nossa fragilidade, nossa insegurança e nosso medo..., maiores são as possibilidades de atitudes violentas (tanto na busca de mostrarmos potência, força, quanto na busca de proteção)
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Última atualização em Sáb, 29 de Agosto de 2009 12:34 |
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Psicologia
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Escrito por Bernardo Rieux
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Ter, 23 de Agosto de 2005 23:13 |
 Há algumas traduções do texto célebre de Canguilhem para o português, na Internet: - A da revista Tempo Brasileiro n. 31, traduzido por Maria da Glória R. Silva, com notas de Monah Winograd - A da revista Impulso, n. 26, traduzido por Osmyr Faria Gabbi Jr. A segunda opção parece ser a melhor, já que o texto é aparentemente mantido em sua integralidade (a tradução da Tempo Brasileiro tem algumas lacunas em relação ao original), e há no mesmo arquivo outro texto do próprio tradutor comentando a conferência de Canguilhem. Continuando a série de referências:
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Última atualização em Sáb, 29 de Agosto de 2009 12:36 |
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