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Artz
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Escrito por Marcos Zan
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Sáb, 28 de Novembro de 2009 01:05 |
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Povo.
A Companhia Silenciosa de Teatro foi fundada em início de 2002 com o objetivo de criar um ambiente de pesquisa e produção artística do sul do Brasil, que se desenvolve a partir de vertentes que problematizam fisicalidade e virtualidade, visualidade e relação entre arte e espectador, criação de ficções e estudo da linguagem e estruturações dramatúrgicas alternativas, bem como relativiza tópicos recorrentes como relações de poder, sexualidade, gênero e artificialidade. Destaca-se também, no trabalho da Companhia Silenciosa, o intenso flerte com linguagens artísticas como artes visuais, performance art e dança.
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Artz
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Escrito por radieh
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Qua, 24 de Janeiro de 2007 17:18 |
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Car@s, Se o cometa, de raro brilho, não tem chamado suficientemente a atenção, talvez o globo de ouro, o oscar e brad pitt com seus respectivos brilhos midiáticos ajudem Babel, filme que estreou em circuito comercial na semana passada. |
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Artz
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Escrito por luiz ribeiro
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Sex, 22 de Dezembro de 2006 14:49 |
O titulo do filme da Mostra de Veneza pouco importa neste momento. Assisti um filme e gostaria de tentar comentar.O que pode um corpo... saberá alguma resposta? Tudo ao saber que há uma finitude. O corpo delineado no cinema, para quem o frequenta, apresenta formas 'reais' ou ficticias. Estes cortes instantâneos são o que chamamos imagens; um movimento ou um tempo impessoal. |
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Última atualização em Sáb, 03 de Fevereiro de 2007 13:41 |
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Reflexões de um Roteirista |
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Artz
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Escrito por Denise
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Dom, 24 de Setembro de 2006 20:51 |
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Jean-Claude Carrière
O presente texto é a transcrição parcial de um seminário ministrado por Jean-Claude Carrière no Ateliers des Arts em março de 1983. Traduzido por Ignácio Dotto Neto .
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Última atualização em Sáb, 29 de Agosto de 2009 11:45 |
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Artz
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Escrito por Alan Ricardo
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Dom, 13 de Novembro de 2005 18:05 |
Não, eu não tenho um bom texto. É apenas o suficiente para não deixar boas idéias mofarem em algum canto da memória, o mínimo para lançá-las dentro de garrafas virtuais aos navegadores, alguns desavisados, e esperar que de algumas delas se faça algo mais proveitoso do que fez o seu criador.
Não pretendo revoluções nem o apupo de admirações, mesmo as sinceras. Prefiro a sensação da criação alçando vôo, ainda que errático, mas saindo de minhas mãos, buscando mais chance de realidade. Prefiro o tímido orgulho de anônima fonte inspiradora, a satisfação discreta de reconhecer sutilmente em outrem o efeito.
Parece ininteligível. Mas não é pra entender mesmo. Talvez sentir e só. |
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Última atualização em Qua, 24 de Janeiro de 2007 17:15 |
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